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Nota de esclarecimento

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Nesta tarde, a Reitoria da Unoesc tomou conhecimento de um trote realizado por acadêmicos de um curso de graduação do Campus de Joaçaba que desagradou a instituição e desrespeitou as suas normas.

Em função disso, vem a público informar que de acordo com a portaria publicada em 11 de fevereiro e divulgada junto à comunidade acadêmica é proibido, em todos os espaços físicos da universidade, ações que se caracterizem como trote aplicado aos ingressantes, com exceção dos trotes educativos nas modalidades de doação de sangue, agasalhos, alimentos ou assemelhados.

Em face dos fatos ocorridos, será aberta uma sindicância para apontar os responsáveis, os quais serão responsabilizados de acordo com o que prevê o regimento da universidade e poderão receber advertência, suspensão de até 30 dias ou, até mesmo, serem desligados da instituição.

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Nota: não efetuamos revisão nos comentários postados na seção de Notícias, com o objetivo de manter a originalidade da opinião dos participantes deste espaço.

Comentários

sex, 12/03/2010 - 14:11 — LUAN FERNANDO DIAS

Infelizmente, o que ocorreu no caso específico foi uma desvirtuação do trote, que configura-se, quando adequada e conscientemente aplicado, como um tradicional ritual de iniciação e integração entre calouros e veteranos. Os próprios calouros, de certa forma, esperam a realização do trote, inclusive reclamando quando de sua não realização. Importante porém mencionar que o verdadeiro trote, ao qual nos referimos, é aquele que não ofenda a integridade física, moral ou psicológica de sequer um de seus participação, e cuja adesão deve se dar de forma voluntária e livre.

O "trote sujo" não configura-se como ato atentatório, quando quem o aplica tem um mínimo de bom senso na escolha dos itens usados na brincadeira. Outros cursos sujaram os calouros que permitiam mediante o emprego de farinha de trigo, ovos, erva-mate e tinta guache, desenvolvendo-se a brincadeira de forma integradora e saudável.

Todavia, o uso irresponsável de produtos nocivos a saúde e a exposição dos calouros a situações de constrangimento público, como foi o caso daqueles obrigados por seu veteranos a "mendigarem" em nossas esquinas, são atos sérios que devem ser apurados e devidamente punidos nas esferas administrativa, civil e penal, para que uma eventual sensação de impunidade não gere a perpetuação de condutas banais e violentadoras como as presenciadas numa instituição tão séria como a nossa.

qua, 10/03/2010 - 16:37 — ADRIANA ARGENTON

A Unoesc sempre teve uma atitude ´mas o problema está nas pessoas que não seguem as normas estabelecidas,quando estava estudando já não podia fazer esse tipo de trote somente beneficiente,só tenho a dizer que a Educação vem de berço, penso que as pessoas que fizeram isso não tem capacidade de frequentar uma universidade,pois isso que fizeram é uma falta de respeito com o ser humano...........

qua, 10/03/2010 - 12:29 — ROSANA MARIA BELLO

Eu como mãe estou totalmente de acordo com a advertência a ser dado aos responsáveis. Tem que parar com estes trotes, mesmo fora da Unoesc , é um absurdo aqueles alunos fantasiados na rua pedindo dinheiro para depois usarem em festa.
Os outros trotes são usados produtos quimicos,produtos com odor absurdo.
Até que em fim a Unoesc vai tomar uma atitude nunca é tarde.
Att.