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Pesquisa avalia estilo de vida de adolescentes em escolas

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Para a realização da pesquisa, foram investidos R$ 99, 2 mil, sendo financiados pelo Governo do Estado por meio da Fapesc e também pela Unoesc-campus de São Miguel do Oeste

O secretário de Estado de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste, Wilson Trevisan, recebeu em dezembro, os resultados do projeto realizado pelo curso de Educação Física da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) campus de São Miguel do Oeste, sobre o estilo de vida, características antropométricas e composição corporal de adolescentes na região da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste.

De acordo com a coordenadora do projeto e coordenadora do curso de Educação Física da Unoesc, Andréa Jaqueline Prates Ribeiro a pesquisa foi constituída por uma amostra de 982 adolescentes de 14 à 17 anos, sendo avaliado o estilo de vida dentro das categorias: atividade física, nutrição, relacionamentos interpessoais, estresse e comportamentos, além do Índice de Massa Corporal (IMC), porcentagem de gordura e circunferência de cintura.
Resultados

A coordenadora Andréa especifica que no componente Nutrição, a prevalência foi de indivíduos classificados com índice regular. Já para os componentes Atividade Física, Comportamento Preventivo, Relacionamentos e Controle de Stress a prevalência dos adolescentes foi para o índice positivo. “Isso demonstra que o resultado quanto à classificação geral do estilo de vida foi positivo. Mas o que precisar ser alertado é o trabalho que deve ser realizado nas escolas quanto ao componente Nutrição que apresentou resultados regulares”, esclarece.

Nas variáveis  Índice de Massa Corporal (IMC), porcentagem de gordura, circunferência de cintura, os resultados ficaram entre normal e adequado. A coordenadora destaca que os índices foram positivos, mas que todos os alunos foram orientados com palestras educativas que abordaram orientações como a prática de atividade física, nutrição, aspectos psicológicos e monitoração da pressão arterial, glicose e colesterol.

Os resultados foram entregues pela coordenadora do projeto à Gerência Regional de Educação. “Apresentamos dados específicos de cada escola, sendo possível a realização de um trabalho adequado às necessidades em cada unidade escolar”, declara Andréa. As Secretarias de Educação e Saúde também estão de posse dos resultados, para que as mesmas tenham subsídios para elaborar ou até mesmo restaurar suas metas de trabalho em relação à saúde pública.

O secretário Regional, Wilson Trevisan, menciona que o projeto desenvolvido e os resultados apontados irão orientar os trabalhos nas escolas voltados aos componentes da pesquisa. “Com os índices, ficará mais fácil planejar o que será desenvolvido nos educandários”, afirma.

Recursos

De acordo com a coordenadora do projeto, Andréa Jaqueline Prates Ribeiro, a pesquisa foi desenvolvida em parceria com a SDR de São Miguel do Oeste, Fundação Universidade do Oeste de Santa Catarina (Funoesc) e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). “Após aprovação da pesquisa na chamada pública para Desenvolvimento Regional de Santa Catarina em 2009, tivemos a liberação de recursos que foram utilizados no projeto”, explica.

Para a realização da pesquisa, foram investidos R$ 99, 2 mil, sendo financiados pelo Governo do Estado por meio da Fapesc e também pela Unoesc-campus de São Miguel do Oeste.A equipe de trabalho contou com professores de Educação Física, Nutricionista, Psicóloga e acadêmicos dos Cursos de Educação Física e Enfermagem.

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